via  fill-and-empty  (originally  d-eathbat)
13 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:16pm 2,343 notes
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14 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:15pm 4,144 notes
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14 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:15pm 845 notes

Sabe porque os loucos existem ? Eles existem pra fazer o que os lucidos não tem coragem.

Sabe porque os loucos existem ? Eles existem pra fazer o que os lucidos não tem coragem.

via  nextcrazy  (originally  minhavidasemti)
16 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:13pm 50,210 notes
Encolherei todo meu medo, mais do que já encolhi. Guardarei toda minha tristeza, mais do que já guardei. Libertarei todo meu bem, mais do que já libertei.
Trancar uma mísera moeda de amor em um calabouço particular não fará com que eu fique rica, não fará com que a moeda se multiplique. Quando se joga algo e o prende, a tendência é a paridade com a solidão, o desejo de respirar quem vale (que a cada vez mais perde o sentido, talvez) quando não se tem laço fino de confiança, mas aquele que com tanta delicadeza, feito sorriso de mãe, segura uma firmeza incomparável. Então, de que adiantaria te proibir; me esconder?
A rosa artificial que perto de mim sempre há, demorou um tanto para ser concluída e ela não acaba, a não ser que alguém a corte, a queime, e isso só irá depender da luz que raiar os olhos. A rosa natural nasceu de uma natureza minha, de minha bela vista, eu não tenho que reclamar. Razões me fogem sobre o que certo seria se tratando dessa beleza incondicional dos dedos fios da balões, aqueles que colorem o céu, pintam as pupilas, despertam uma vida. Quem dera esse voador levar um medo meu, encolhido; uma tristeza minha; guardada; e valer um bem meu; libertado.
Renovar implica receio no treinamento, porém, é sujeito de vitória, de você, quem sabe. Um passarinho já renasceu, qualquer que seja ele, e viveu uma linda história de amor, família. Preciso está sendo, já que, a paralisação alimenta meu mundo gosmento e com um pitaco rosa dentro da cabeça. Só basta envolver os princípios de que fazer mal a alguém leva a um mal a outrem. Fazer bem a alguém nem sempre te faz futuramente bem. Atos hoje em dia estão sendo mais malconceituados que experiência de prova com alta margem de erro em laboratório.
O problema agora não é amortecer esses ataques de coração morgado por verdades simplórias da vida, e sim, convencer o mundo e a mim mesmo que não há nada melhor do que ter isso dentro de mim. Falta muito… E o túnel, o buraco, a fossa, a passagem está aberta, mas só há dejetos em seu interior, e me pergunto como seria se não existisse, se faltasse esses. Invadidos por um outro mundo, chutados de onde podem habitar, agrupariam um melado de pontos em algum núcleo evitado, ou não? Ultimamente o lado sombrio da minha natureza se encontra em pontos mais sentimentais, retirando os lados racionais e não nesses aglomerados. Coração pensa que é racional, pelo menos realiza seu trabalho, me bombeia, me ressalta, me intriga, me liga, me molda, me cobre, me grita sentido feito guerra. Aquela em que a procura do trevo, da morte do inimigo não chega ao nível do passar das sensibilidades, do toque. A tal da sorte e da morte me oferecem o termo nunca sem impedimento, para elaborar a formação de que, conhecer novos mundos fora e dentro de quem conhece esse mundo se eleva a qualquer outro aspecto. Mesmo que joguem uma lata, um coração de lata, eu hei de sobreviver.
Não mais abrir meu par de fingidores da verdadeira visão e regar o peito, apesar que sei que só chove quando precisa molhar. Estou em tempo de seca, pior que sertão, pior que folha antiga caída, que tem menor espessura, poucas células, menos vontade. E não provém meu céu, a nuvem perto de mim não é preta, muito menos branca, ela é do desenho que formo, da cor que atribuo, ela é azul, vermelha, amarela, verde… Transparente, mas cai água. Natureza se mostra como meu ciclo, chove, condensa, se acumula, chove. Tem sempre que ter o meio pra aguentar, pra perceber. Algum lugar onde eu guardaria meu uniforme humano, e deixasse de vestir qualquer uma outra de vez, porém, poderia eu trocar vestimento, saborear tantos outros, reconhecer a mim mesmo, jogando água na tinta molhada e observando o estranho e confuso estafado que dá.
Prefiro me parafusar de volta e entender e cantarolar e banhar os rumos dessas etapas, fazendo funcionar tudo como no início, e não deixando nenhum ser me impedir, nenhum…
~ A força de esperança dos bons, Yandra Brito (maquia-dores)
via  desordeiro  (originally  maquia-dores)
16 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:13pm 19 notes
Tem quinze anos. Quinze anos! é a idade das primeiras palpitações, a idade dos sonhos, a idade das ilusões amorosas, a idade de Julieta; é a flor, é a vida, e a esperança, o céu azul, o campo verde, o lago tranqüilo, a aurora que rompe, a calhandra que canta, Romeu que desce a escada de seda, o último beijo que as brisas da manhã ouvem e levam, como um eco, ao céu.
~ Machado de Assis   (via desordeiro)
via  desordeiro  (originally  cavaloscalados)
16 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:13pm 1,675 notes
via  meninoapaixonadodisse  (originally  azevedovitor)
16 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:12pm 206 notes
via  maisvodka  (originally  p-oeta)
18 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:11pm 4,713 notes
via  fill-and-empty  (originally  killing--lies)
18 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:11pm 1,554 notes
tirinhas-meme:

Vééi… Na boa!

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Vééi… Na boa!

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18 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:11pm 3,121 notes
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One Thing (Acoustic) - One Direction

via  oliviathe-mermaidprincess  (originally  yearofsound)
22 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:07pm 429 notes
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23 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:06pm 519 notes
meninoapaixonadodisse:

”Então de repente, vem aquela pessoa na mente … Quando você menos espera, fica sorrindo a toa.” (mad)

meninoapaixonadodisse:

”Então de repente, vem aquela pessoa na mente … Quando você menos espera, fica sorrindo a toa.” (mad)

23 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:06pm 27 notes
via  maisvodka  (originally  bullet-with-a-name)
23 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:05pm 9,417 notes
via  meninoapaixonadodisse  (originally  antigo-brasileiro)
23 minutes ago on 2 June 2012 ~ 6:05pm 953 notes